Polícia
Homem obriga enteada a manter relações sexuais e é denunciado
O caso aconteceu no município de Coxim e vinha ocorrendo há um ano
Uma menina de 13 anos – que teve o nome preservado – denunciou o padrasto identificado apenas como M.C, 46 anos, por estupro. O fato aconteceu na última sexta-feira (17), no município de Coxim. O autor, que é açougueiro, ameaçava a matar a família da vítima caso a adolescente contasse para alguém.
De acordo com o Edição MS, a menina era obrigada a manter relações sexuais com o padrasto há cerca de um ano, quando a família ainda morava em uma fazenda com o autor.
Segundo o site de notícias, a vítima relatou a uma equipe do Conselho Tutelar que o primeiro abuso ocorreu em um mangueiro da fazenda. O autor teria ameaçado matar a família da adolescente caso ela se recusasse a manter relações sexuais. Nesse dia, a menina foi obrigada a retirar a roupa do corpo e fazer sexo oral com o padrasto.
Logo depois, segundo o Edição MS, o autor deu início a penetração. A adolescente pediu para que o autor parasse, pois estava sentindo dor, contudo, ele a mandou calar a boca. Após o ocorrido, ambos voltaram para casa e açougueiro falou para a enteada tomar um banho.
Conforme as informações do site de notícias, o abuso sexual aconteceu por diversas vezes e, inclusive, o autor já teria ejaculado dentro da vítima. Dentro da casa onde moram, o padrasto chamava a menina de amor. A mãe da adolescente é deficiente auditiva e visual.
Sempre que ia para cima da vítima, ela se recusa, porém, as ameaças começavam e a adolescente acabava cedendo. Para fazer com que a enteada continuar tendo a relação sexual, o homem dizia que iria matar a família usando uma arma artesanal.
A mãe da vítima chegou a se separar do autor e se mudou com as filhas para Campo Grande, no entanto, acabou reatando o relacionamento pouco tempo depois e retornaram para o município de Coxim. Para uma equipe do Conselho Tutelar, a adolescente contou que o padrasto já estava começando a mexer com sua irmã mais nova, que tem nove anos de idade.
Ainda segundo as informações do Edição MS, as vítimas já estão inseridas na rede de proteção da cidade, onde recebem atendimento médico e psicológico. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Atendimento à Mulher (DEM).