Andreia Aquino Flores, de 38 anos, morta na tarde desta quinta-feira (28) após um suposto latrocínio em sua casa, em um condomínio de luxo, no Chácara Cachoeira em Campo Grande tinha uma dívida de quase R$ 2 milhões para um advogado.

Conforme apurado pela reportagem do JD1 Notícias, um processo contra Andreia consta que ela devia R$ 1.743.400,00 em honorários para um advogado da Capital.

Ainda de acordo com o processo, Andreia usou dos trabalhos dele em muitos processos e não pagou por nenhum; a última audiência aconteceu no dia 6 deste mês, mas conciliação não foi realizada, pois Flores não compareceu.

Investigação contra Andreia –

Segundo informações extraoficiais obtidas no local do crime, Andreia seria investigada por atentar contra a vida do ex-marido em janeiro deste ano, em Ponta Porã, quando pistoleiros dispararam contra a vítima, que acabou ferida e socorrida. O homem resistiu aos ferimentos e o caso passou a ser investigado como tentativa de homicídio e Flores teria passado a constar como suspeita do crime.

Caso - 

Um latrocínio ocorreu no início da tarde desta quinta-feira (28), no condomínio Parque Cachoeira, localizado na rua Nossa Senhora das Mercedes, no bairro Chácara Cachoeira da Capital.

De acordo com informações da Polícia Militar, a funcionária da vítima foi rendida e sequestrada no Fort Atacadista, no Tiradentes e obrigada a levá-los até a casa da patroa, onde ela foi agredida e morta asfixiada.