Polícia
Homem que morreu no CRS tentou furtar loja no Tijuca
Anteriormente dito que ele havia sido morto a tiros, polícia não confirma e investiga caso como morte a esclarecer
O homem que faleceu na unidade do CRS (Centro Regional de Saúde) Coophavila, nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira (8), não teria sido morto a tiros, conforme pessoas teriam repassado para a reportagem mais cedo. A situação teria acontecido no Jardim Tijuca e o indivíduo tentou furtar um comércio e foi contido por moradores.
A reportagem buscou detalhes com autoridades que reiteram a informação de que não houve disparos de arma de fogo na vítima. Dessa forma, a investigação passa ser feita como morte a esclarecer, como foi feito no registro do boletim de ocorrência.
As informações que constam no boletim de ocorrência apontam que pelo menos duas pessoas imobilizaram o indivíduo, que não foi identificado até o momento, até a chegada da Polícia Militar.
Conforme detalhes no registro policial, o homem em questão gritava e se debatia a todo momento, inclusive batendo a cabeça contra o chão. Populares ajudaram os militares a colocar o indivíduo na viatura para que fosse levado para o CRS Coophavila.
Contudo, minutos depois de dar entrada na unidade de saúde, o homem morreu por motivos que serão apurados.
O caso passa a ser investigado como morte a esclarecer e foi registrado na delegacia de plantão.