Traumas
'Bandido', diz fonte sobre pastor condenado a 70 anos por estuprar filhas na Capital
Pessoa próxima à família diz que vítimas seguem em tratamento psicológico e acreditam que, com o tempo, conseguirão ressignificar
As vítimas de estupros praticados por um pastor evangélico condenado a 70 anos de prisão pela Justiça de Campo Grande seguem em tratamento psicológico e ainda enfrentam os impactos dos crimes. A informação foi repassada à reportagem por uma fonte próxima à família, que não será identificada.
Segundo a fonte, a família ainda está em choque com a descoberta dos abusos. Antes da revelação dos crimes, o pastor aparentava ser um excelente pai e padrasto e demonstrava ter a fé cristã como um dos principais pilares de sua vida.
“Infelizmente, toda a família ainda está em choque com tudo isso. Ninguém imaginava tamanha atrocidade, principalmente porque ele aparentava ser um excelente pai e padrasto e demonstrava ter a fé cristã como alicerce principal. Depois de tudo o que veio à tona, a percepção sobre ele mudou completamente”, declarou.
Ainda conforme a fonte, as vítimas fazem terapia e receberam apoio do Estado durante o caso, incluindo acompanhamento e medidas de proteção. Segundo ela, a Polícia Civil da Capital prestou todo o suporte necessário à família, com escolta e proteção.
“Todos estão tentando seguir em frente e superar tudo o que aconteceu. É um processo difícil, mas a família está vencendo dia após dia, um dia de cada vez”, afirmou. A fonte também destacou, “Hoje sabemos que convivíamos com um bandido da mais alta periculosidade.”
A fonte também destacou a importância da fé para as vítimas durante o período de enfrentamento do caso. Segundo ela, apesar da dor e das marcas deixadas pelos abusos, a família busca, com o tempo, ressignificar o que aconteceu e retomar a rotina.
“É sim muito delicado e doloroso. Nossas vidas foram marcadas para sempre, mas, com o tempo, vamos ressignificar”, afirmou. Ainda conforme a fonte, a fé e a relação com Deus têm sido fundamentais para a família neste momento.
“A nossa fé e nosso relacionamento com Deus têm sido primordiais nesse momento. Retomamos nossa vida normal para conseguirmos seguir em frente e deixar para trás esse passado de dor, tristeza e marcas profundas”, declarou.
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