Agronegócio - Podcast Giro do Agro 360
JD1TV: Baseado na colaboração, movimento Mulheres do Agro MS promove networking e grandes negócios
Juliana Vieira lidera o movimento que garante boas conexões e fortalece o protagonismo feminino no setor
Durante décadas, a presença feminina no agronegócio esteve, muitas vezes, restrita aos bastidores das propriedades rurais. Com o passar dos anos, esse cenário mudou. As mulheres conquistaram espaço na gestão, na produção, na pesquisa, na inovação e na liderança de entidades e empresas, tornando-se protagonistas de um setor cada vez mais moderno e competitivo.
Hoje, além de contribuírem diretamente para o crescimento do agronegócio brasileiro, elas também impulsionam uma nova forma de fazer negócios, baseada na colaboração, na troca de experiências e no fortalecimento de redes de apoio. É nesse contexto que movimentos voltados às mulheres do agronegócio ganham força, assim como o Movimento Mulheres do Agro MS, reunindo profissionais de diferentes segmentos para incentivar o empreendedorismo, promover networking, criar conexões estratégicas e abrir novas oportunidades de negócios, mostrando que, juntas, elas fortalecem ainda mais um dos pilares da economia do país.
O podcast Giro do Agro 360 conversou com Juliana Vieira, zootecnista, que lidera este movimento no estado. " Nós temos diversos perfis. Eu não elenco esse vai participar, esse não. Nós temos pequenas produtoras de hortifruti, nós temos pecuaristas, temos agricultoras, temos as
profissionais do agro, que nem sempre têm propriedades rurais, mas atendem ao mas atendem ao mercado do agronegócio. Temos investidoras de negócios. Como somos mulheres, temos pessoas que trabalham no ramo da moda, da beleza, de joalherias. Tudo aquilo que é importante e
interessante para nós, mulheres. Consultoria de imagem, posicionamento, marketing, direito. Temos também o direito do agronegócio muito presente em algumas personalidades dentro do nosso grupo. Então, o nosso grupo está bem diversificado. Não é um grupo nichado, só quem produz boi, só quem planta grão, que pode participar. Eu gosto de trazer todo mundo para dentro, porque mesmo que a pessoa não seja uma produtora rural de fato, mas ela tenha algum produto que seja interessante para nós, mulheres do agro, ela é super bem-vinda, porque é uma solução. Em vez de a gente procurar uma solução fora, a gente já tem ali o grupo", enfatiza Juliana.
Durante a entrevista, Juliana também comentou sobre proteção patrimonial, planejamento financeiro e sucessão familiar no agronegócio.
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