A primeira sessão da Câmara Municipal de Campo Grande, após o anúncio de que o requerimento para a abertura da CPI do Tapa-Buraco havia alcançado mais de 24 assinaturas, número suficiente para a instalação da comissão, foi marcada por confusão entre apoiadores da prefeita Adriane Lopes e integrantes da oposição.

Enquanto críticos levaram placas ilustrando buracos que são alvos de reclamações constantes de moradores, um apoiador chegou a quebrar o material e foi retirado a força pela Guarda Civil lotada na Câmara Municipal. “Eu não sou bandido, sou cidadão de bem”, gritou o homem identificado como pastor Charupa. Ele também mostrou que teria sido atingido por um soco.

Presente na sessão, o secretário de Infraestrutura, André Moura, falou que em razão do homem ser servidor público municipal medidas serão tomadas. “O Executivo municipal vai tomar as providencias cabíveis, é inadmissível essa situação”