Aos 33 anos, o sul-mato-grossense Jorge Henrique de Lima está prestes a transformar um sonho em uma aventura de aproximadamente três anos e meio: conhecer as capitais dos 196 países soberanos reconhecidos pela ONU. Morador de Nova Andradina, ele deixa o Brasil de avião no dia 18 e dará início à jornada pelo mundo com o projeto Jorge Sem Fronteiras.

Conforme Jorge, a ideia é utilizar diferentes meios de transporte ao longo da expedição, escolhendo cada um de acordo com a logística, o tempo e os custos de cada região. "Aviões serão necessários principalmente nos deslocamentos entre países e continentes, enquanto trens, ônibus, transporte público e aplicativos devem fazer parte da rotina em diferentes destinos", explica.

Em algumas regiões, Jorge também pretende utilizar transporte marítimo. Na Oceania e no Caribe, por exemplo, barcos ou navios podem ser alternativas para os deslocamentos entre ilhas e países. “A ideia é não ficar preso a um único meio de transporte, mas escolher a melhor alternativa de acordo com a realidade de cada destino”, acrescenta.

Nascido em São Miguel dos Campos (AL), Jorge cresceu em Nova Andradina, começou a trabalhar aos 14 anos e se formou em Administração. Depois de 13 anos na área de Recursos Humanos, embarcou para o Canadá, onde estudou, trabalhou e passou a conhecer diferentes países.

O plano de transformar as viagens em um projeto surgiu durante um mochilão pelas Américas, em San Andrés, na Colômbia. Inspirado também pelo encontro com o viajante brasileiro Robson Jesus, do projeto “O Nego Vai Longe”, Jorge passou a pesquisar expedições e definiu o desafio de visitar as 196 capitais.

A jornada será financiada com recursos próprios, trabalho como nômade digital, produção de conteúdo e possíveis parcerias. Além das viagens, ele pretende mostrar a cultura, história, gastronomia e cotidiano de cada capital. O público poderá acompanhar a expedição pelas redes sociais do Jorge Sem Fronteiras.

Jorge também pretende buscar futuramente o reconhecimento do Guinness World Records e, após concluir a jornada, transformar as experiências em livro e palestras.

“Nova Andradina - MS representa minhas raízes. Foi onde cresci, estudei, trabalhei e construí boa parte da minha história. Quero levar o nome da minha cidade, do meu estado, Mato Grosso do Sul e do Brasil para todos os continentes”, destaca. 

Para acompanhar a aventura é só segui-lo pelo Instagram no @jorgesemfronteiras.