Cultura
MS ao Vivo traz Atitude 67 para show gratuito na Capital em junho
Abertura será por conta do grupo Top Samba; edição também terá o espetáculo "Andança Brincante"
O grupo sul-mato-grossense Atitude 67 é a atração principal da próxima edição do MS ao Vivo, que acontece no dia 15 de junho, a partir das 17 horas, no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande.
Com entrada gratuita, o evento contará ainda com show de abertura do grupo Top Samba e uma intervenção artística especial com o espetáculo “Andança Brincante”, do Ateliê Ramona Rodrigues.
A banda Atitude 67 retorna a Campo Grande com o EP “Sunset Meia Sete”, que celebra o clima do verão com músicas inspiradas em encontros ao entardecer. O novo projeto, descrito como um “pagode do pôr do sol”, representa uma nova fase artística da banda, com fusão de ritmos e colaborações especiais.
“Criamos esse projeto pensando em um ‘rolê de fim de pôr do sol’. Queremos transmitir essa vibe na nossa música, em sintonia com o momento que estamos vivendo”, destacou Pedrinho, vocalista do grupo.
Formado por amigos de infância – Pedrinho, Leandrinho, GP, Eric, Karan e Regê – o Atitude 67 começou sua trajetória ainda no ensino médio, em rodas de samba improvisadas.
A mudança para São Paulo em 2017 foi decisiva para a consolidação do grupo, que alcançou projeção nacional com sucessos como “Saideira” e “Cerveja de Garrafa”, somando mais de 560 milhões de plays no Spotify.
Quem abre a programação da noite é o Top Samba, grupo formado em 2006 em Campo Grande. Com uma carreira consolidada, o quarteto composto por Vini Barreto, Lucas Bastos, Alex Júnior e Abdon Neto já se apresentou ao lado de grandes nomes como Ivete Sangalo e Henrique & Juliano.
Entre seus destaques estão o hit “Tá Sensacional”, o projeto “Do Nosso Jeito”, e mais recentemente, o show “Top Samba ao Vivo no Severina”, que viralizou nas redes sociais.
Entre os shows, o público poderá acompanhar o espetáculo “Andança Brincante”, da Cia. de Brincantes, com direção do Ateliê Ramona Rodrigues.
O cortejo cênico-musical traz à cena a cultura da infância com cantigas populares, brinquedos e brincadeiras tradicionais como “Alecrim Dourado” e “Se essa rua fosse minha”, envolvendo todas as idades em um momento de resgate afetivo e celebração da arte popular.
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