Mato Grosso do Sul é o segundo estado brasileira a manter os investimentos em 2017. Atrás apenas do Rio Grande do Sul, o Estado também registrou avanço de 36,39% no primeiro semestre deste ano, comparado a igual período do ano passado.

O levantamento foi publicado pelo Valor Econômico, que considerou os investimentos liquidados declarados nos relatórios de execução orçamentária. Ainda segundo a pesquisa, apenas 11 Estados conseguiram manter e avançar nos investimentos em obras e serviços.

O Estado, contrariando a tendência nacional de queda nos Índices dos Desafios da Gestão Estadual (IDGE), também foi o 3º Estado que mais cresceu, ocupando o 9º lugar na classificação geral do ranking 2017 da consultoria Macroplan, divulgado este mês.

No ano passado, MS também figurou na 9ª posição do estudo, porém este ano além de apresentar uma nota 2,4 pontos superior (com 65,1 pontos), o Estado também ficou entre os dez primeiros em seis dos nove indicadores síntese: Educação (10º), Juventude (10º), Saúde (9º), Infraestrutura (9º), Desenvolvimento Econômico (5º) e Desenvolvimento Social (5º). 

Em 2016 o Estado foi o 3º no ranking da solide fiscal e neste ano repetiu a performance no ranking da competitividade, mantendo a quinta posição.

Para o secretário de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel, o crescimento nos investimentos públicos em Mato Grosso do Sul “é resultado de um esforço para manter o equilíbrio das contas”.

As reformas, segundo Riedel, promoveram dois ajustes, um imediatamente à transição de governo e outro no início deste ano. “Basta ver que, mesmo com o crescimento das despesas, Mato Grosso do Sul não só manteve, como também avançou nos investimentos em obras e serviços. O crescimento não seria possível sem as reformas”, lembra Eduardo Riedel.

“Ser o terceiro estado que mais cresceu no último ranking do IDGE, atrás apenas de Alagoas e do Distrito Federal, é muito positivo para nós. Isso mostra que estamos no caminho certo, pois como o próprio estudo diz, desde o 1º dia de governo vivemos uma crise política e econômica com uma exasperação social sem precedentes”, avalia o secretário de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel.