Uma auditoria feita pela Controladoria Geral da União mostrou que o auxílio emergencial foi pago irregularmente para mais de 5 milhões de pessoas, incluindo 135 mil mortos, gerando um prejuízo aos cofres públicos de R$ 9,4 bilhões.

A auditoria trouxe como novidade a análise dos desembolsos irregulares feitos nos dois anos em que o benefício foi ofertado a população, não somente de um dos dois anos, como foi feito anteriormente.

Os dados mostram que 1,1 milhão de pessoas receberam o auxílio mesmo tendo renda familiar superior à permitida, quase 2 milhões tinham vínculo formal de emprego, 867.927 eram apontados, 135.709 eram mortos e 411 tinham idade inferior a 18 anos.