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Após decisão sobre carnaval, comércio quer toque de recolher às 00h
Estado decidiu por manter o ponto facultativo, já Campo Grande cancelou
Após a definição do ponto facultativo referente ao carnaval deste ano, o setor do comércio vê a esperança no período considerado “grande gerador de recurso”, conforme classifica o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Campo Grande (CDL), Adelaido Vila.
A categoria aguardava um posicionamento tanto da prefeitura quanto do estado para que pudesse se organizar e atender a demanda. “Graças a Deus o Estado tomou uma decisão, tanto positiva, quanto negativa, precisávamos desta decisão para que pudéssemos nos organizar”, disse Adelaido.
Para o presidente da CDL, a expectativa, agora, é que o Governo abra um diálogo para a possibilidade do toque de recolher com início a 00h. “O campo-grandense tem o perfil de sair de casa para jantar por volta de 20h, aí ele passa a ter 2h para fazer a refeição e voltar. Se aumentar em duas horas, a gente consegue aliviar um pouco a tensão que está sobre este setor. Estamos trabalhando neste sentido para diálogo", disse.
Segundo Adelaido, esse reajuste no toque de recolher se faz necessário, visto que os estabelecimentos comerciais estão operando com 40% da capacidade, adotando as técnicas e orientações de biossegurança. “A gente precisa desse aumento de hora pois a atividade de bares e restaurantes está morrendo. Nós já sabíamos que não haveria carnaval, a única coisa que a gente pede pra sofrer um pouco é isso, pedir duas horas a mais no toque de recolher”, finaliza.
Após a divulgação do ponto facultativo referente ao carnaval, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Campo Grande (CDL), se organiza para tentar desafogar os setores de bares e restaurante, que foram prejudicados pelo toque de recolher devido a pandemia de Covid-19.