O escritor Marcos Estevão e o desembargador Sérgio Fernandes Martins foram eleitos como os novos imortais da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras (ASL), durante uma assembléia geral. Eles devem ser empossados até o mês de junho.

Sucedendo o acadêmico Francisco Albuquerque Palhano, falecido em 2020, Marcos ocupará a Cadeira n° 24. Já o desembargador Sérgio, ocupará a Cadeira n° 32, no lugar do acadêmico Abílio Leite de Barros, falecido em 2019.

Marcos Estevão dos Santos Moura – Natural de Belém-PA, reside em Campo Grande-MS desde 1993. Escritor e médico psiquiatra, é formado em Medicina pela Universidade Federal do Pará/UFPA, sendo Mestre em Psiquiatria pela Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ. Marcos foi condecorado com o título honorífico de Cidadão Sul-Mato-Grossense, pela Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul (2015) e Mérito pela Valorização da Vida, pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD), em reconhecimento à significativa contribuição nas ações de implementação e fortalecimento da Política Nacional sobre Drogas (2010).

Sérgio Fernandes Martins - Natural de Dourados-MS, Sérgio Martins na atuação profissional é Desembargador no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, tendo sido graduado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ – Faculdade Nacional de Direito/FND (1982). Escritor, desembargador e articulista, vereador eleito por Campo Grande-MS; presidente da União de Vereadores de Mato Grosso do Sul; Advogado-geral e posteriormente Procurador-geral do Município de Campo Grande-MS; além de Subchefe para Assuntos Jurídicos da Secretaria de Governo do Estado de Mato Grosso do Sul. Tem ainda diversas palestras proferidas, participações em debates e bancas examinadoras. Entre outros reconhecimentos concedidos, recebeu o título de “Cidadão Campo-grandense” e Diploma de Mérito Legislativo da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.

ASL – A academia foi fundada em 1971, surgindo inicialmente como Academia de Letras e História de Campo Grande, até o final de 1978. Mudando de instalação, houve também a troca do nome para Academia Sul-Mato-Grossense de Letras (ASL) no ano de 1979. Se tornando assim uma referência cultural no estado, com uma longa história na defesa da língua portuguesa e o cultivo da arte literária, zelando e incentivando as derivações das culturas estadual e nacional.