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JD1TV: "Greve geral" tem pouca capilaridade
Movimento bolsonarista tem baixa adesão fora do agronegócio
Grupos de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, compartilharam um chamamento que foi responsável pelo fechamento de algumas poucas empresas em Campo Grande nesta segunda-feira (7). O comunicado divulgado por apoiadores pedia para que empresários de todo o Brasil fechassem suas "empresas, fábricas e comércios".

Adesão maior foi no setor do agronegócio. O Sistema Famasul, que inclui Aprosoja e Senar informou que não terá expediente hoje em apoio ao manifesto.
A Soldamaq que tem 12 lojas em Mato Grosso do Sul aderiu a ação. “Em respeito à manifestação e em prol do país, não abriremos as portas dia 07/11 de nenhuma de nossas 12 lojas. Retornaremos às atividades normais dia 08/11. Pra frente Brasil’, escreveu no Instagram.
A Havaianas de Campo Grande também aderiu a greve. “Estaremos lutando pelo nosso Brasil, Deus abençoe a todos”.
A Leioloboi anunciou o fechamento nesta segunda-feira com a foto de uma bandeira do Brasil. Enquanto a cooperativa agrícola Copasul, suspendeu o atendimento por tempo indeterminado.
A Carvalima Transportes que também tem unidades em Campo Grande anunciou seu apoio e adesão a paralisação.
Consultado pelo JD1, uma franquia de curso de inglês com cerca de 100 unidades pelo Brasil afirmou que apenas uma unidade de Assis Chateaubriand, no Paraná aderiu a greve. Em Campo Grande as aulas seguem normais.
Nas ruas da Capital, o clima é de normalidade, nos principais centros comerciais, como Coronel Antonino, 14 de Julho e Mascarenhas de Moraes as lojas seguem abertas. O JD1 tentou entrar em contato com a Câmara de Dirigentes Lojistas de Campo Grande (CDL) para saber o posicionamento do órgão, mas não obteve sucesso.
Vídeo de três regiões da cidade mostra dia normal na Capital: