A 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) entendeu nesta sexta-feira (8) que existe vínculo de emprego entre a Uber e um motorista que trabalha através da plataforma, e exige que a empresa assine a carteira de trabalho do motorista.

O julgamento teve início em dezembro do ano passado, mas foi interrompido, já com maioria dos votos a favor do reconhecimento do vínculo, a pedido do ministro Alexandre Agra Belmonte, que pediu mais tempo para poder votar, e apresentou nesta sexta-feira seu voto negativo.

De acordo com a Uber, a decisão "além de não ser unânime representa entendimento isolado e contrário a todos os cinco processos que já haviam sido julgados", e disse que irá recorrer.