Em revisão nonagesimal, o juiz Carlos Alberto Garcete, da 1ª Vara do Tribunal do Júri, manteve a prisão preventiva de Sahu Abel Heyn, 35 anos, acusado de matar o pai, Hugo Abel Heyn, 59 anos, a facadas. O crime ocorreu no dia 26 de junho deste ano, em uma residência no bairro Parque Residencial Maria Aparecida Pedrossian.

Para o magistrado, a manutenção da prisão se justifica pelo fundado receio de reiteração delitiva. Além disso, a prisão preventiva é necessária para garantir a ordem pública, considerando que o acusado possui comportamento voltado à prática criminosa e há indícios de que, se colocado em liberdade, poderia voltar a delinquir.

O juiz destacou que não há fato novo que justifique a liberdade do acusado. Sahu Abel Heyn, que sofre de questões psiquiátricas, vai passar por exame de insanidade mental no dia 24/10.

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