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Justiça

Defesa de Everaldo tenta 'barrar' júri de Jamilzinho, mas juiz rejeita pedido

Advogados alegaram nulidade do processo e solicitaram uma nova perícia no material obtido do celular de Everaldo, mas o pedido foi negado

16 setembro 2024 - 10h01Vinícius Santos e Brenda Assis    atualizado em 16/09/2024 às 10h05

Nesta segunda-feira (16), começou o julgamento de Jamil Name Filho, conhecido como "Jamilzinho", pelo assassinato de Marcel Costa Hernandes Colombo, o "Playboy da Mansão". Jamilzinho participa do julgamento remotamente da Penitenciária Federal de Mossoró, onde está detido. Também são réus no processo Marcelo Rios (ex-guarda municipal), Everaldo Monteiro de Assis (policial federal aposentado) e Rafael Antunes Vieira (ex-guarda municipal). Eles são acusados de homicídio qualificado e tentativa de homicídio. Rafael Antunes Vieira enfrenta ainda uma acusação de porte ilegal de arma.

Durante a sessão, a defesa de Everaldo Monteiro de Assis, composta pelos advogados Jail Benites de Azambuja, Marcus V. R. Azambuja, Gilvane Fátima Paulino e Sérgio Henrique Resende Lanzone, tentou barrar o júri alegando nulidade do processo. Solicitaram uma nova perícia no material obtido do celular de Everaldo, mas o pedido foi rejeitado pelo juiz Aluízio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri.

A defesa de Marcelo Rios também levantou questões sobre a validade das provas digitais, alegando falta de acesso às provas originais dos celulares. Pediu que o Ministério Público fosse impedido de usar essas provas e requereu uma perícia adicional, mas o juiz indeferiu o pedido.

A defesa de Jamilzinho solicitou a inclusão dos antecedentes criminais da vítima, Marcel Colombo, no processo. Este pedido foi aceito pelo juiz. O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) defendeu a continuidade do julgamento e rejeitou as contestações das defesas. O julgamento prossegue conforme o cronograma.

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