Política
Ao lado de Cel David, Rose anuncia criação de Controladoria para combater a corrupção
Durante coletiva de imprensa realizada na manhã desta sexta-feira (7) a candidata Rose Modesto, da coligação Juntos Por Campo Grande (PSDB-PR-PDT-PSB-PRB-PSL-SD) assinou um termo de compromisso, autenticado em cartório, prevendo a criação da Controladoria Geral do Município a pedido do ex-candidato a prefeito Coronel David (PSB).
Na ocasião, o deputado Cel David declarou seu apoio à Rose e pediu que a Controladoria seja um instrumento de combate à corrupção. Em sua avaliação, o mau direcionamento dos recursos tem resultado em falta de médicos nos postos de saúde, em merendas “só com arroz” nas escolas e creches, além de muitos buracos nas ruas. “Percorri todas as regiões da Capital ouvindo a população e percebemos o sentimento de mudança, por uma cidade que precisa oferecer serviços melhores. Por isso queremos que Rose seja nossa prefeita”.
Ao agradecer, a vice-governadora ressaltou que uma boa gestão só é possível por meio dessa união e das parcerias. “Começamos este projeto em uma coligação com sete partidos, elegemos 15 vereadores e já conquistamos o apoio de outros quatro. Então, o que vemos não é um projeto do PSDB, mas de muita gente comprometida com Campo Grande”, discursou.
Sobre a escolha de Rose para o segundo turno, Cel David ponderou que foi procurado, logo após o pleito, pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e por Rose Modesto. “Isso foi uma demonstração de humildade, bem diferente do candidato opositor que declarou a um jornal que não queria meu apoio, mas me procurou em meu gabinete na Assembleia (Legislativa) na terça-feira”, disse. “Não concordo com essa arrogância, em um momento que pede serenidade para colocar Campo Grande nos trilhos e retomar seu desenvolvimento”.
Rose finalizou adiantando que já conversou com todos os ex-candidatos a prefeito e considera que o projeto por Campo Grande deve ser maior que as divergências pessoais. Conforme a tucana, o objetivo agora é demonstrar à população que é preciso votar, frente ao expressivo índice de votos brancos e nulos. “Quando a gente não vota, deixa que outros decidam pelo nosso futuro”, explicou, ao se referir à nova política que pretende implantar na Capital.