Política
Desembargador diz que "não houve constrangimento ilegal"
Kato decidiu nesta terça-feira que o ex-governador continuará preso
O desembargador Maurício Kato, Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF 3), de São Paulo desconsiderou os argumentos usados no habbeas corpus apresentado pela defesa de André Puccinelli.
Os advogados René Siufi e André Borges, entraram com o pedido de soltura do ex-governador na última segunda-feira (24), por conta de constrangimento ilegal. Os defensores ainda acharam “estranho” a prisão acontecer às vésperas da convenção que o lançaria como candidato ao governo estadual pelo MDB.
Kato decidiu que não houve constrangimento ilegal e que o trio permanecerá preso "pelos indícios de que prosseguiram com a prática de atos criminosos de lavagem de dinheiro" e "que nem a 4ª, nem a 5ª fase da operação Lama Asfaltica refrearam o funcionamento da descrita organização".
O desembargador ressaltou, ao longo da decisão, que “para a garantia da ordem pública e a interrupção dos atos de lavagem de dinheiro cometidos, em tese, através do Instituto Ícone, faz-se estritamente necessária a segregação cautelar de João Paulo Calves, André Puccinelli e André Puccinelli Junior.”
Confira a decisão na íntegra:
http://cdn.jd1noticias.com/upload/images/decisa-o-de-indeferimento-liminar-andre-puccinelli_1.pdf