Política
Claudinho segue vereador, mas mandato corre riscos
Carlão, que preside a Câmara Municipal, explica que afastamento só vem com ausência de dez sessões, ou determinação judicial
Indagado pelo JD1 como seria um eventual suspensão do vereador Claudinho Serra, preso em operação do Gaeco, o vereador Carlão Borges, que preside o Legislativo Municipal, foi didático e afirmou que ele sai nas seguintes hipóteses:
1) Determinação da justiça para não exercer o mandato
2) Ordem judicial para não exercer função ou cargo publico
3) Ausência de dez sessões seguidas, que obriga a convocação do suplente
Segundo Carlão, mesmo que eventualmente o uso de tornozeleira eletrônica seja imposto ao edil, ele poderia exercer normalmente a vereança, já que estaria comparecendo e exercendo suas obrigações.
O presidente da Câmara afirmou ainda que a cassação propriamente dita, seja por decoro ou por via judicial, aconteceria apenas após transitado e julgado todos os recursos de defesa.
Prisão - O vereador Claudinho Serra foi preso em sua residência em um condomínio em Campo Grande, na manhã de quarta-feira (3), durante a terceira fase da Operação Tromper, deflagrada pelo Gaeco e pelo Gecoc, que investiga esquema de corrupção em contratos públicos na prefeitura de Sidrolândia.