Uma grave denúncia se abateu sobre o Centro Comercial Popular Marcelo Barbosa da Fonseca, o Camelódromo: a venda de produtos frutos de furto e roubo e que são comercializados livremente no local. Segundo a Derf (Delegacia Especializada de Roubos e Furtos), marginais estão usando o Camelódromo para comercializar principalmente produtos eletrônicos como HDs, placas de computador e notebooks. O delegado Fábio Peró, da Derf, orienta os consumidores a exigirem um recibo comum preenchido de próprio punho na compra de qualquer produto no estabelecimento – os comerciantes do Camelódromo são isentos de ISS, portanto não precisam emitir nota fiscal – caso contrário, se flagrado com produto de roubo, poderá responder por receptação.