Uma proposta sobre a viabilidade de manter o horário de verão está  sendo analisada pelo governo federal. A Casa Civil analisa o assunto com base em um estudo feito pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico. Caso a medida não seja adotada, essa será primeira vez em 32 anos que o brasileiro ficará sem adiantar os relógios em uma hora no período de maior incidência solar.

O horário de verão está previsto para começar no dia 15 de outubro deste ano. Em vigor no Brasil desde 1931, a alteração nos relógios que ocorre entre o fim e o início de cada ano visa distribuir melhor o consumo de energia, reduzindo custos operacionais. Isso ocorre em razão da maior incidência de luz natural no período. Com mais tempo de claridade, o acionamento de iluminação elétrica e também de outros aparelhos, como chuveiros, é postergado. diminuindo a demanda de carga no sistema elétrico do país.

Porém, a medida vem apresentando baixa economia. Isto porque entre 2016 e 2017, a economia foi de R$ 159,5 milhões, abaixo do verão anterior, de 2015 e 2016, em que foram economizados R$ 162 milhões.

A hora de verão atualmente abrange os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.