As tradicionais feiras livres de Campo Grande agora são oficialmente reconhecidas como patrimônio cultural e imaterial da cidade. A medida foi viabilizada pela Lei n. 7.481. O objetivo  é garantir a preservação desses espaços, protegendo-os de mudanças de local sem justificativa técnica ou a aprovação da comunidade local.

O projeto foi apresentado na Câmara Municipal de Campo Grande pelo vereador Ronilço Guerreiro e sancionado. "A aprovação dessa lei é uma vitória importante, mas a luta pela melhoria das condições das feiras continua. Vamos seguir cobrando mais infraestrutura e melhores condições para todos que frequentam e trabalham nesses espaços", afirmou o parlamentar.

Com a sanção da lei, as feiras deixam de ser apenas locais de compra e venda, passando a ser reconhecidas oficialmente como elementos de valorização cultural e social da cidade.

A legislação proíbe a transferência das feiras sem um levantamento técnico adequado e uma consulta pública, que deve obter o apoio de pelo menos 50% dos moradores do bairro onde a feira está localizada.

A lei inclui as seguintes feiras livres como patrimônio cultural:

 - Feira Livre da Vila Carvalho

 - Feira Livre da Vila Carlota

 - Feira Livre do Jockey Club

 - Feira Livre do Santa Luzia

 - Feira Livre do Tiradentes

 - Feira Livre da Vila Célia

 - Feira Livre do Nova São Paulo

 - Feira Livre do Coophavila II

 - Feira Livre do Universitário

 - Feira Livre da Vila Jacy

 - Feira Livre da Vila Piratininga

 - Feira Livre do Guanandi