O influenciador Agenor Tupinambá, que ficou conhecido por mostrar sua rotina com a capivara que apelidou de Filó nas redes sociais, teve de entregar o animal ao Ibama nesta quinta-feira, 27, na cidade de Manaus (AM). A tristeza do influencer ao se despedir do mamífero, gerou comoção nas redes sociais, e segue como um dos assuntos mais comentados da internet neste sábado (29).

“Lamentável o que aconteceu contigo. Infelizmente tem pessoas que não são felizes e fazem questão de impedir a felicidade dos outros. Gente amarga e sem coração. Fique em paz, o Pai Celeste está vendo e te fará justiça”, disse Hamilton Lima Wagner, no Twitter.

“A felicidade de poucos, incomoda os infelizes e mal-amado (a) que são muitos”, escreveu outro usuário, identificado como Mariano”.  “Vários artistas têm muitos animais da natureza em poder deles”, falou outro.

Ele revelou a notícia em uma nota oficial, após nove dias de disputa para manter a capivara consigo. Segundo ele, a ação foi feita com a ajuda de amigos e familiares depois de “muito diálogo” com o instituto.

“Hoje, eu manifesto a minha maior prova de amor pela Filó. É importante registrar que eu nunca fui contra e jamais impediria que a minha amada Filomena um dia se integrasse com um bando de capivaras para seguir sua vida. Foi justamente para isso que eu a salvei, cuidei e guardei um sentimento enorme no meu peito por ela”, disse.

No último dia 18 de abril, o jovem de 23 anos foi denunciado por suspeita de abuso, maus-tratos e exploração animal e multado em cerca de R$ 17 mil, além de ter sido notificado a retirar os conteúdos com a capivara da web.

Ele compartilhava o seu dia a dia com Filó em uma fazendo em Autazes, interior do Amazonas, e viralizou nas redes sociais com o conteúdo, No pronunciamento divulgado, Agenor admitiu que “aconteceram equívocos”.

”Garanto que os erros que cometi foram inconscientes, sem má índole e nem qualquer tentativa de exploração. Absolutamente nenhum vídeo com ela me trouxe qualquer resultado financeiro. Era apenas eu com um celular na mão, registrando a minha própria vida ribeirinha”, afirmou.

Com o Estadão