Foi realizada, na última sexta-feira (14), a 1ª Feira Segura de Mato Grosso do Sul, em Três Lagoas. Ação foi realizada por parceria do Senar com o Sindicato Rural de Três Lagoas. Todas as ações da feira seguiram as regras sanitárias de prevenção à Covid-19, determinadas pelos órgãos de saúde.

Cerca de 20 produtores atendidos pela Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/MS ) tiveram espaço na feira para a comercialização de hortaliças, legumes, frutas, ervas, queijos, geleias e doces. Peixes e carnes bovinas e ovinas, devidamente embaladas e refrigeradas, também estavam à disposição dos consumidores. Todas as ações da feira seguiram as regras sanitárias de prevenção à Covid-19, determinadas pelos órgãos de saúde. 

“Com a pandemia estava bem complicada a comercialização de uma forma geral, principalmente para nós pequenos produtores. Perdemos bastante produto pela redução de vendas. E com a feira, ajudou muito. Aqui nós temos contato direto com o consumidor e mostramos a qualidade dos nossos produtos”, comenta Jhuly. 

Conforme o coordenador da Assistência Técnica e Gerencial do Senar, Nivaldo Passos, o sucesso da primeira edição da Feira Segura abre portas para as próximas. 

“É um modelo cada vez mais consolidado no país e deve acontecer no estado também. AfFeira foi aprovada pelos consumidores e produtores devido a segurança de todos e, principalmente, pelo sucesso de vendas. É algo diferenciado pela venda direta, com produtos seguros e de qualidade”, comentou. 

O presidente do Sindicato Rural de Três Lagoas, Ivan Carrato Júnior, ressaltou a importância da feira para os pequenos produtores. 

“Aqui em Três Lagoas, não diferente dos outros municípios, tivemos um grande problema devido à pandemia. Restaurantes fechando ou reduzindo horário e os produtores acabaram diminuindo as vendas. E isso foi uma preocupação trazida pelos técnicos de campo do Senar. Então, começamos a viabilizar da Feira Segura, com a parceria do Senar. Fizemos o levantamento de todos os produtos que poderiam ser comercializados”, detalhou o presidente.