Mato Grosso do Sul está em 7º lugar em mineração no Brasil, de acordo com o ranking nacional, subindo assim três posições comparados ao ano anterior, quando estava na 10º posição na receita. Os dados são da Secretária de Meio Ambiente, Produção Desenvolvimento Econômico e Agricultura Familiar (Semagro).

O estado garantiu por meio de suas riquezas minerais, cerca de R$ 2 milhões em Compensação Financeira da Exploração de Recursos Naturais (CFEM).

Corumbá lidera a arrecadação entre os municípios, totalizando R$ 1.861.230,81 no ano passado, seguida por Bela Vista com R$ 130.849,91 e Miranda com R$ 75.748,91. Entre as mineradoras o primeiro lugar em valores ficou com a Vetria Mineração S.A (R$ 1.250.040,39) em 2º a MMX Corumbá Mineração S/A (R$ 581.509,35) e 3º: Mineração Bodoquena S/A (R$ 68.156,11).

As substâncias produzidas e extraídas no Estado foram em 1º: Ferro, com receita de R$ 1.818.841,56, em 2º o Calcário Dolomítico com R$ 117.948,36 e o 3º: Basalto (R$ 78.374,54).

Até o mês passado, haviam 64 empresas operando no estado de Mato Grosso do Sul envolvendo minério, segundo dados da Secretaria Nacional de Mineração. A CFEM arrecadou R$ 264,31 milhões das empresas produtoras de 2015 a 2022, enquanto uma média de 135 empresas estavam operando.

No ano passado, a cadeia produtiva da mineração registrou saldo positivo de 239 empregos, com 1.046 admitidos e 807 demitidos.