Os Correios pediram a mediação do Tribunal Superior do Trabalho para a definição do Acordo Coletivo de Trabalho da categoria para o biênio.

A estatal busca conciliar a sustentabilidade financeira da empresa com a preservação de direitos dos trabalhadores após a rejeição da proposta em assembleia.

A empresa propôs manter cinquenta e seis cláusulas na íntegra e ajustes em outras vinte e uma garantindo benefícios essenciais aos funcionários.

O acordo coletivo atual segue prorrogado até o fim do mês de agosto sem renovação automática das regras em caso de impasse entre as partes.

A operação de atendimento e entregas em todo o país continua funcionando normalmente com índices de eficiência no prazo superiores a noventa e sete por cento.