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Mesmo com cobrança de Cosip, na Moreninha III, escuridão de rua gera revolta
Um ponto brilhante na escuridão sinaliza que há um poste com lâmpada funcionando, mas ao longe, como é o caso da Rua Quinta da Serra, na Moreninha III, onde a moradora Claudiana Farias já reclamou do problema, porém não vê solução. “Essa foto eu tirei da varanda de casa, e esta luz que aparece é na outra rua, na frente da minha casa queimou tem mais de um ano e não adianta pedir para arrumarem”, reclama. A prova? Uma foto da varanda de casa e outra que mostra a única lâmpada acesa, ao longe.
Claudiana que mora há seis anos no local, resolveu procurar o vereador Chiquinho Telles (PSD), pois uma vez já tinha reclamado do mesmo problema. “Foi em 2014, solicitamos ao Chiquinho e o problema foi resolvido, mas agora, não teve resolução, no entanto, a cobrança da taxa de iluminação pública tem todo mês, sempre subindo pois eles não perdem só querem ganhar. Por mais que economizamos sempre a conta vem alta ai vamos ver, estão cobrando iluminação pública praticamente nem usamos, reclama a moradora, citando a Energisa, empresa concessionária responsável pela distribuição de energia na Capital.
Telles confirma a situação e a solicitação da consumidora. “Em agosto de 2014, e a solicitação foi atendida logo em seguida, no entanto as lâmpadas da rua queimaram de novo, até porque é natural isso, agora estão enfrentando a escuridão”, lembra o vereador.
Para ele, a solução está em controlar mais tanto em como é gasto o dinheiro arrecadado da Cosip (Contribuição de serviço de iluminação pública) quanto a redução da alíquota que é cobrada diretamente na conta.
“Nós aprovamos a suspensão da cobrança, que é um remédio momentâneo, paliativo, mas o que é preciso é que essa cobrança seja revista, reduzida e bem investida, porque o consumidor não se revolta em pagar, mas se revolta em pagar caro e não receber o serviço. É só observar a escuridão das ruas, em especial em bairros distantes do Centro da Capital, para perceber que a reclamação é justa”, finalizou o parlamentar, que apresentou projeto para redução da alíquota de cobrança.

Moradoras do bairro reclamaram