A equipe Operário Futebol Clube apresentou nesta quinta-feira (24), o novo gestor de marketing do clube, o administrador Orlando Arnoud.

Arnoud, de 34 anos, é ex-diretor de marketing do Ituano, campeão paulista de 2014, e afirmou que chega para trabalhar pela profissionalização do departamento de marketing do clube e pelo resgate do respeito em nível estadual e nacional pela marca Operário Futebol Clube.

“Desta forma será mais fácil atrair o interesse dos patrocinadores. E para isso vamos procurar fazer um bom trabalho dentro e fora de campo com foco na recuperação da imagem do clube pela seriedade, transparência e respeito ao torcedor”, disse.

Nos anos de 1970 e 1980, o Operário era a principal referência do futebol na região Centro-Oeste, chegou a ser terceiro colocado do Campeonato Brasileiro de 1977, ficando atrás apenas do São Paulo, campeão, e do Atlético Mineiro, vice, e segundo Orlando Arnoud o time campo-grandense ainda é bastante valorizado nacionalmente, ou seja, fora de Mato Grosso do Sul, mesmo sem participar da Série A do Campeonato Brasileiro desde 1986.

“Vivo em São Paulo e estou vindo trabalhar no Operário não apenas pelo desafio, mas também por conta desse reconhecimento que o clube tem lá fora. É um dos times mais conhecidos dessa parte do Brasil, popularidade só comparada aos clubes de Goiânia. Não se houve falar dos clubes de Mato Grosso, e do Mato Grosso do Sul a lembrança é sempre o Operário”, comentou.

Presidente do Operário apresenta gestor de marketing para resgatar imagem do clube

Apresentado em Campo Grande, como gestor de marketing do Operário Futebol Clube nas temporadas de 2017 e 2018 nesta quinta-feira, o administrador de negócios, Orlando Arnoud, de 34 anos, ex-diretor de marketing do Ituano, campeão paulista de 2014, disse que chega para trabalhar pela profissionalização do departamento de marketing do clube e pelo resgate do respeito em nível estadual e nacional pela marca Operário Futebol Clube.

“Desta forma será mais fácil atrair o interesse dos patrocinadores. E para isso vamos procurar fazer um bom trabalho dentro e fora de campo com foco na recuperação da imagem do clube pela seriedade, transparência e respeito ao torcedor”, disse Orlando Arnoud.

Nos anos de 1970 e 1980, o Operário era a principal referência do futebol na região Centro-Oeste, chegou a ser terceiro colocado do Campeonato Brasileiro de 1977, ficando atrás apenas do São Paulo, campeão, e do Atlético Mineiro, vice, e segundo Orlando Arnoud o time campo-grandense ainda é bastante valorizado nacionalmente, ou seja, fora de Mato Grosso do Sul, mesmo sem participar da Série A do Campeonato Brasileiro desde 1986.

“Vivo em São Paulo e estou vindo trabalhar no Operário não apenas pelo desafio, mas também por conta desse reconhecimento que o clube tem lá fora. É um dos times mais conhecidos dessa parte do Brasil, popularidade só comparada aos clubes de Goiânia. Não se houve falar dos clubes de Mato Grosso, e do Mato Grosso do Sul a lembrança é sempre o Operário”, comentou.
 
Além da busca de patrocínios, o acordo de dois anos entre Arnoud e o Operário prevê para o primeiro ano o lançamento do projeto de escolinhas de futebol do clube, batizado de “Galos do Futuro”, em Campo Grande e no interior do Estado, e para o segundo ano, ou seja, em 2018, a proposta é estender o projeto para outras regiões do Brasil.

Pelo acordo entre as partes, outra novidade prevista para o primeiro ano será o lançamento de um programa revolucionário de sócio-torcedor com a formação de uma grande rede de descontos para quem se associar ao Operário. “Vamos fazer parcerias com o comércio e a ideia é proporcionar descontos e benefícios que nem um outro plano de sócio-torcedor no Brasil oferece”, garantiu Arnoud.

Na apresentação de Orlando Arnoud como gestor de marketing, o presidente do Operário, Estevão Petrallás, disse que o clube não está com dinheiro para grandes investimentos, apenas está pensando diferente.
 
“Chegamos ao fundo do poço, não só o Operário, mas o futebol em Mato Grosso do Sul que é a Série D do Brasileiro, e estamos trabalhando para que o nosso clube, de tantas glórias nos anos de 1970 e 1980, volte a ser respeitado nos gramados Brasileiros e Mundial, finaliza Petrallás.