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Marca de molho de tomate se posiciona sobre denúncia de substância estranha encontra em produto
A empresa afirmou que tem interesse em esclarecer o caso
Depois da notícia do JD1 sobre o caso de uma consumidora de Campo Grande que encontrou uma substância estranha em um molho de tomate da Primor na última quarta-feira (15), a empresa Bunge Brasil, detentora da marca, se posicionou afirmando que tem “interesse em esclarecer a questão”.
De acordo com nota da empresa a “confirmação do ocorrido só poderá ser realizada via análise laboratorial, o que será feito tão logo a amostra do produto seja entregue pela consumidora”.
A Bunge Brasil destaca que “as linhas de produção e embalagem dos produtos Primor são rigorosamente monitoradas em todas as etapas de processo”, e que segue os critérios de BPF (Boas Práticas de Fabricação). A empresa ainda assegura que a estocagem e armazenamento dos produto são adequados para “garantir a qualidade”.
Orientações
A empresa orientou a consumidora a entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da marca Primor pelos seguintes canais: 0800 727 5544, ou WhatsApp no número (11) 99324-2957 de segunda a sexta, das 8h às 20h.
Entenda o caso
Na semana passada, a professora Viviam Fernandes, de 23 anos, encontrou uma substância estranha dentro do molho de tomate enquanto preparava a janta de seu filho. De acordo com a consumidora a data de validade do produto é no ano que vem. Viviam compartilhou o caso em redes sociais para alertar as pessoas.