Agora é a vez do ex-ministro da Fazenda, do governo  Lula, Antônio Palocci oferecer delação premiada. Nessa sexta-feira (12) com o objetivo de ganhar liberdade, ele comunicou o seu advogado, José Roberto Batochio, que não precisa mais dos seus serviços.  

Palocci comunicou a Batochio que a decisão de dispensa – lo é uma exigência da força-tarefa da Lava Jato. Por princípios, Roberto, não defende clientes que fazem delação premiada.

Em abril, ao ser interrogado pelo juiz Sérgio Moro na ação penal onde ele é acusado de receber R$ 128 milhões em propinas da Odebrecht, Palocci já havia acenado a possibilidade de fazer a delação.