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Com participação da população, Plano Diretor volta a ser discutido
Marquinhos fará o lançamento da retomada das discussões do Plano Diretor
Após a intervenção de entidades pedindo mais tempo para ampliar o debate, o Plano Diretor de Campo Grande volta a ser discutido na próxima segunda-feira (19), em reuniões com a população. O processo teve início em 2016, mas foi interrompido.
O prefeito Marquinhos Trad (PSD) fará reunião de lançamento da retomada da elaboração do Plano Diretor, às 10 horas, com as entidades envolvidas diretamente no processo, em seu gabinete.
Para Marquinhos, “essa será uma grande oportunidade para toda a sociedade saber, de maneira transparente, como vamos planejar o crescimento da cidade nos próximos anos”.
A retomada dos procedimentos envolverá os 74 bairros e os 2 distritos, começando pela área central. As primeiras reuniões acontecerão com os moradores dos bairros Bela Vista, São Bento, Itanhangá (Escola Bilíngue Harmonia) e Vila Carvalho (Escola Bernardo Franco Baís) das 18 horas e 30 min às 20 horas e 30 min.
De acordo com o Estatuto das Cidades, a participação direta dos moradores da cidade é fator fundamental na reformulação da legislação que ordena o crescimento das cidades. A previsão da Agência Municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano (Planurb) é de que essa etapa do processo seja encerrada no próximo dia 28 de julho.
Depois disso, técnicos da Prefeitura de Campo Grande, em parceria com a UFMS por intermédio da FAPEC- Observatório de Arquitetura e Urbanismo-, trabalharão na formação da modelagem final do projeto de lei de revisão do plano Diretor de Campo Grande, que será apresentado para discussão em duas audiências públicas onde serão, também, recebidas contribuições da população.
A Diretora-Presidente da Planurb, Berenice Maria Jacob Domingues, espera que o novo Plano Diretor de Campo Grande seja encaminhado para votação na Câmara Municipal, até o mês de novembro, após relatoria do Conselho Municipal de Desenvolvimento e Urbanização – CMDU.
“Vamos aproveitar as sugestões elaboradas pela sociedade e pelas entidades de classe para construir um projeto de lei que contemple os sonhos e as aspirações da maioria, criando um ambiente de desenvolvimento sustentável para Campo Grande das próximas décadas”, afirma Berenice.