O exame de uma relação dos inquéritos fechados pela Policia Federal de MS, e encaminhados ao MPF (Ministério Público Federal) de MS que tem competência sobre o assunto, revela uma constatação clara, no Ministério Publico Federal, costumeiramente se alivia para os índios, mesmo em situações que seriam passiveis de denuncias .

Na maioria dos casos, ações criminosas, truculentas e que envolvem até sequestros, são minimizadas e justificadas  segundo procuradores federais,  por fazerem parte "da cultura indígena", manto para justificar vários  arquivamentos.

As situações são as mais diversas possíveis,  aparecem nos inquéritos  roubos, sequestros, desvio de combustível, não cumprimento de ordem judicial, apropriação indébita de veículo, entre outros.

A integração dos índios, que usam celular, tem carteira de motorista, estudam em escolas regulares e vivem sob o cotidiano normal do homem branco, é um fator desprezado então. Dois delegados da Policia Federal, Jonas Cleber Rossati e Edgar Marcon, já criticaram acidamente esse tipo de situação. Marcon chegou a definir no Facebook algumas das conclusões do MPF em inquéritos contra  indígenas como o de Sidrolandia como "uma vergonha".

A redação do JD1 Notícias entrou em contato com o MPF para saber o motivo dos arquivamentos e foi informada apenas que para cada caso há um motivo diferente.