A Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), confirmou na tarde desta sexta-feira (11), por meio  de uma nota, que as 1,1 mil cabeças de gado mortas na semana passada em uma fazenda do Estado, morreram por botulismo. 

Através de exames, feitos também com o apoio da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal de Mato Grosso do Sul (Iagro), Superintendência Federal de Agricultura em Mato Grosso do Sul (SFA/MS) e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), foram encontradas toxinas no alimento dos animais. Além disso, o diagnóstico foi confirmado por investigação clínico-epidemiológica feita no local.

De acordo com os  órgãos, os primeiros resultados dos exames feitos com amostras da silagem de milho, que foram dadas aos bovinos, confirmaram a presença das toxinas  botulínicas tipo C e D.  As investigações "permitem a conclusão do caso com o diagnóstico de botulismo", diz a nota da Semagro. 

A morte do gado aconteceu na Fazenda Santa Mônica Cristina, entre os dias 2 e 5 deste mês no município de Ribas do Rio Pardo – a 40 km da Capital. 

A nota divulgada pela Semagro afirma que "todos os elos envolvidos na cadeia produtiva têm o dever de notificar imediatamente toda e qualquer suspeita de doenças em animais de produção, para que sejam investigadas, minimizando possíveis prejuízos à pecuária".