Em nota, o Sindicato dos Policiais Civis do MS (SINPOL/MS) e o Sindicato dos Papiloscopistas e Peritos Oficiais do MS (SINPAP/MS) se manifestaram sobre o homicídio do perito papiloscopista Jhones Gegiori Borges, de 38 anos. 
 
Os sindicatos exigem a apuração do caso, “especialmente na questão do excesso na suposta ação de defesa do Policial Militar”.
 
Para os sindicatos da categoria, é preciso que “esta situação seja corretamente esclarecida”. Em nota, os sindicatos ainda destacam que o “papiloscopista Jones Borges, que foi uma pessoa honrada na vida profissional e privada”. 
 
A nota ainda destaca a falta de informações do caso. “Ainda não se sabe exatamente o que de fato aconteceu para que o PM sacasse uma arma e disparasse tiros contra o perito”. 
 
Homicídio
 
O policial civil papiloscopista lotado em Naviraí, Jhones Gegiori Borges, de 38 anos, foi morto por um
policial militar, Vagner Nunes Pereira de 30 anos, na madrugada de domingo (13). O crime aconteceu em um ônibus de viagem que havia acabado de sair de Naviraí com destino a Campo Grande.
 
De acordo com informações, Jhones estava com sinais de embriaguez e estaria de masturbando no ônibus. O PM deu voz de prisão ao perito, que teria debochado do policial e tentou pegar algo do seu lado direito. O PM Vagner teria o advertiu e pediu para que ele colocasse as mãos para cima. Jhones não obedeceu, sacou uma arma e antes que apontasse para o PM foi atingido por três tiros. O PM foi ouvido e liberado. A Polícia Civil investiga os fatos.