O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) finalizou nesta terça-feira (12) o caso do juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior, atual titular da5ª Vara de Família e Sucessões da Capital. De todas as possibilidades de punições e sanções existentes, a mais leve foi aplicada ao juiz. Ele recebeu apenas uma advertência.

O magistrado foi denunciado por supostas falhas na gestão de precatórios, cargo exercido até 2014, enquanto ocupava a posição de juiz auxiliar da vice-presidência da corte e também por eventuais irregularidades praticadas.

De acordo com o advogado André Borges, que conhece o caso, “o CNJ concluiu que não houve proveito pessoal ou qualquer espécie de prejuízo. A conclusão foi no sentido de mera desorganização administrativa no setor de precatórios do TJ/MS, já totalmente solucionada. Foi considerada toda a trajetória profissional de Aldo Ferreira da Silva Junior: magistrado estudioso, dedicado à função pública, admirado pelos advogados e que nunca respondeu a qualquer outro processo disciplinar”.

Finalizado o caso o juiz não deve receber nenhum tipo de punição. Ele vai continuar exercendo suas funções normalmente, sem qualquer prejuízo. 

O desembargador Pascoal Leandro, que era julgado no mesmo processo sob a acusação de supostas irregularidades na questão de pagamento de precatórios, foi absolvido na sessão do CNJ no último dia 27 de junho.