Para defender o voto impresso, integrantes do Direita-MS e Movimento Pátria Livre realizarão um manifesto neste domingo (22) a partir das 17h na Praça do Rádio Clube – no centro de Campo Grande. De acordo com um dos coordenadores do grupo no Estado, Pietro Decenzo, o movimento tem o objetivo de cobrar do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que se cumpra com a lei e assim diminua o risco de fraudes nas próximas eleições. O movimento tem a expectativa de reunir amanhã pelo menos 300 pessoas. 

De acordo com as informações do Direita MS, por duas vezes se tentou implantar o voto impresso no Brasil. A primeira tentava foi para eleições de 2004, conforme a lei 10.408/2002. Mas a lei foi revogada em 2003 pelo TSE.

Outra tentava foi para as eleições de 2014, que foi revogada em 2013 a pedido do colégio de Presidentes dos Tribunais Eleitorais e decidida pelos ministros do STF (Superior Tribunal Federal)/STF. A lei 12034/2009, obrigava urnas de 2º geração, com impressão do voto. (assinatura digital contra falsificação) sem contato do leitor. 

Há dois anos o Congresso aprovou a lei que determina o voto impresso, coforme o artigo 59-A da lei 9504 e Artigo 12 da lei 13165.

“Queremos que o TSE simplesmente cumpra com a lei, o órgão sempre boicota essa mudança. Com o voto impresso o risco de fraudes nas eleições diminuem, dos países que usam a urna eletrônica o Brasil é o único que não tem a impressão dos votos”, afirmou Pietro.

O líder do Direita-MS apontou também que nossas urnas são de primeira geração situação que já deveria ter mudado segundo ele. Além de Campo Grande, Aquidauana também realizará o manifesto, os manifestantes se concentrarão a partir da 9h na Praça do Estudante. 

“Vamos distribuir panfletos nos sinaleiros e falar da importância do voto impresso em todo o Brasil, várias cidades do país estarão empenhadas nesse manifesto. Nós não vamos fechar as ruas, tudo será tranquilo”, prometeu Decenzo.

A manifestação acontecerá em várias cidades do país. Confira: