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Alunos da capital terão “alimentação especial”
Além dos alunos que já recebem uma alimentação mais saudável, agora os alunos que tem intolerâncias alimentares também serão beneficiados
A Prefeitura de Campo grande anunciou nesta quarta-feira (11) que os alunos da Rede Municipal de Ensino (Reme) irão receber uma alimentação diferenciada. A alimentação escolar oferecida irá garantir um cardápio saudável para as crianças. O projeto envolve todos os profissionais que atuam na Reme para desenvolver em suas unidades que as crianças a consumam produtos naturais e saudáveis.
No entanto, a preocupação com a alimentação dos alunos vai além dos projetos pedagógicos, por isso a Prefeitura está garantindo aos alunos da Rede Municipal que apresentam intolerância a lactose ou glúten, fórmulas especiais, que atendem crianças de zero a seis meses e a partir de seis meses.
Entre os produtos oferecidos estão: achocolatado diet sem glúten; biscoito de arroz sem glúten e sem lactose; biscoito de polvilho com e sem glúten; biscoito sequilho sem glúten e sem lactose e leite em pó integral sem glúten e sem lactose.
Para os pais das crianças que já estão desfrutando dessa alimentação especial, a oportunidade representa, além de uma economia doméstica, a possibilidade dos filhos interagirem com as outras crianças durante o horário das refeições nas unidades.
Alimentação Especial
A nutricionista Mariany Barros de Brito, que integra a equipe de 18 profissionais que elaboram o cardápio dos alunos da Rede Municipal, explica que para ter direito às fórmulas, os pais precisam apresentar um laudo médico detalhando a intolerância.
“O primeiro passo é levar um laudo médico à escola e conversar com a diretora. O documento deve ter um diagnóstico claro da intolerância. A partir daí a diretora entra em contato com a Superintendência de Abastecimento Alimentar (Suali) que agenda uma entrevista com os pais, direção e nutricionistas. Com essa formalização podemos iniciar o atendimento à criança”, explicou.
Mariany ainda explica que as merendeiras passam por um treinamento, que varia desde a manipulação e armazenamento, até o preparo e distribuição das fórmulas. “Temos a preocupação de orientar bem os profissionais para que a criança receba o alimento de forma correta. Rotineiramente fazemos esse treinamento e depois retornamos à escola para acompanhar essa produção”, concluiu.