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Justiça nega prisão de Rigo, Claro e mais nove
Para a juíza da 3ª Vara Criminal de Campo Grande, Eucélia Moreira Cassal "não há fatos novos"
Por acreditar que não havia nenhum “fato novo” a juíza da 3ª Vara Criminal de Campo Grande, Eucélia Moreira Cassal negou o pedido de prisão do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Esardo, Ary Rigo, do ex-diretor-presidente do Detran-MS, Gerson Claro, e outras nove pessoas. Eles são acusados, juntamente com servidores e empresários, de estarem envolvidos em crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, ocultação de bens, falsidade ideológica, peculato e fraudes em licitações.
O pedido de prisão preventiva foi feito pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado). Além de Gerson Claro Dino e Ary Rigo estavam na lista de pedidos de prisão Jonas Schimidt das Neves, Suely Aparecida Carrilhos Almoas Ferreira, José do Patrocínio Filho, Fernando Roger Daga, Luiz Alberto de Oliveira Azevedo, José Sérgio de Paiva Júnior, Parajara Moraes Alves Júnior e Claudinei Martins Rômulo.
A juíza explica que não há fato novo na denúncia e as medidas cautelares aplicadas aos investigados vêm sendo cumpridas corretamente.
"Destaco, ainda, que os denunciados [...] cumprem as medidas cautelares referidas, dentre as quais, a proibição de contato com funcionários do DETRAN/MS e, ainda, aqueles que são servidores públicos, devem cumprir medida de o afastamento da função no órgão público correspondente. Destarte, não havendo fato novo a fundamentar a pretensão de prisão preventiva dos denunciados, indefiro o pedido ministerial de segregação cautelar", concluiu.