Um forte esquema se segurança foi montado nesta quarta-feira (9) nas imediações do Fórum de Três Lagoas – a 326 km de Campo Grande –, para o julgamento dos 17 acusados de assassinar o policial militar da reserva Otacílio Pereira de Oliveira,60. A vítima foi morta a tiros pelo próprio sobrinho que fazia parte da organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

Segundo o site Patrulha News,a segurança conta com um helicóptero. Em entrevista ao site local, o Major Ênio disse que os elementos a serem julgados são de alta periculosidade e policiais do batalhão de choque, policiais de escolta de presos, aeronave do grupamento aéreo da Capital, policiais do Garras, agentes penitenciários federais e policiais federais fazem parte das equipes que tratam da segurança.

Otacílio trabalhava como mototaxista e havia acabado de chegar à residência quando foi morto em 2013. Quatro dos suspeitos ficaram responsáveis para levantar a rotina do PM reserva, além de planos de fuga. Maicon Gomes de Souza,21, conhecido como “Grego”, quem dirigiu, enquanto João Carlos Olegáro da Silva, o “Ak”, 19, Jair Costa da Silva, como “Perturbado”, 32. 

Cleverson Messias Pereira dos Santos,33, o próprio sobrinho que atirou no tio. Em depoimento o rapaz disse que foi ele quem indicou o tio para Jair, líder da quadrilha, como alvo do crime a mando do PCC de São Paulo. As prisões foram feitas em Três Lagoas, Presidente Prudente, Castilho e Jales, no interior do estado paulista.

Ainda são envolvidos no assassinato Fernando Rodrigues Monteiro, apelidado de “da Leste, 21, Jonathan dos Santos Avelino, 22, “Terrorista”, Douglas dos Santos Almeida, o “Dodo”,21, Luiz Felipe Miranda Rios Saito,”Jamaica”, 20, Fabrício da Silva Almerindo dos Santos, 20, chamado de “Nike” e Thiago Cintas Bertalia, “Gianechini”, de 29 anos.