Com o baixo estoque de bolsas de sangue, a convocação de doadores para auxiliarem na reposição tem sido frequente no Hemocentro Coordenador de Mato Grosso do Sul (Hemosul), responsável pela distribuição para as unidades hospitalares de todo Estado. 

Com isso, vale lembrar que além de Campo Grande, a instituição está presente em outras cinco cidades do Estado: Dourados, Três Lagoas, Ponta Porã, Paranaíba e Coxim.

No ano passado o número de coletas de sangue diminuiu cerca de 10% com relação a 2019 em toda a Rede Hemosul. Embora o indicador pareça pequeno, ele representa 5 mil bolsas de sangue a menos, ou seja, como se todas as unidades do Estado ficassem fechadas por um mês.

Conforme a instituição, em Mato Grosso do Sul apenas 2,2% da população é doadora de sangue, e na Capital esse indicador é de 3%, enquanto a OMS recomenda entre 3% a 5% para que seja possível atender a demanda.

A instituição pretende retomar esse ano com campanhas de coleta em municípios onde não há unidades da Rede Hemosul, entre outras ações para atrair novos doadores e fidelizar os antigos.

Para doar sangue, é preciso ter entre 16 e 69 anos, mais de 55kg, ter se alimentado bem antes de doar e levar documento com foto.

Para garantir a segurança dos doadores durante a pandemia, foram criados mecanismos para evitar qualquer tipo de contaminação, com fluxos de entrada diferenciados, possibilidade e agendamento de horário para doações, além da oferta de mecanismos de segurança.