A onça pintada macho que recebeu o nome de Joujou ao ser resgatada dos incêndios do Pantanal em 2020, que estava sendo monitorada a 8 meses, foi vista nesta terça-feira (31), por três pesquisadoras próximo à Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Acurizal, na Serra do Amolar.

Uma das pesquisadoras, a écologa Vanessa Morais, a onça estava tranquila. “Ficamos entre sete e dez minutos acompanhando-o de longe. Ele andou na beira do barranco, continuou se movimentando, até perdermos ele de vista. Foi bem lindo”, afirma Vanessa.

O animal havia sido avistado poucas vezes desde a colocação do GPS para monitoramento. Além de Vanessa, outras duas pessoas registraram a presença encantadora do animal, a bióloga e doutoranda em Ecologia, Nathalie Foerter e amédica veterinária e já Dr. em Ecologia, Grazielle Soresini. Ambas do projeto Ariranhas.

O monitoramento da onça foi realizado por meio do programa Felinos Pantaneiros, que monitora os dados de movimentação desses animais.

A onça Joujou foi vítima dos incêndios na Serra do Amolar no ano passado. Em novembro de 2020, foi resgatada pela equipe do GRETAP, com apoio de parceiros junto ao IHP, como CRMV MS, Instituto Tamanduá, GRAD, UCDB, Semagro/Imasul, Ampara Silvestre, Ibama e Esquadrão Onça da Força Aérea.