Com a segunda fase do Programa MS de Integridade (PMSI) lançado nesta quarta-feira (17), o governador Reinaldo Azambuja, destacou que o resultado da implantação do programa é a transparência.

“O primeiro objetivo quando criamos a controladoria é as boas práticas no serviço público, controle interno e desenvolvimento das metodologias de correição. Terminamos a 1ª fase com todas as secretaria e autarquias sendo detentoras, de um trabalho profundo da controladoria”, disse Reinaldo.

O Programa MS de Integridade foi criado em 2019 para eliminar riscos de corrupção e desvios de conduta, fortalecendo a cultura da ética e da integridade no serviço público, bem como implementar melhorias procedimentais na gestão pública e agora entra na fase de acompanhamento efetivo dos planos de ação. 

A segunda fase do programa deve ampliar ainda mais transparência, legalidade dos atos que são feitos e treinamento com as equipes de gestão de cada uma das secretarias. “O resultado é transparência, e o servidor entendendo que ele é uma ferramenta essencial para as boas práticas do serviço público para coibir corrupções, desmandos e erros que levam a prejuízos”, salientou o governador. "O Brasil precisa incorporar que quanto mais integridade, transparência e desenvolvimento, teremos melhores resultados nas políticas públicas".

De acordo com o ministro da Controladoria Geral da União (CGU), Wagner de Campos Rosário, que esteve no lançamento da 2ª fase do programa, a medida evita ocorrência de irregularidade dentro das instituições. “Os estudos demonstram que empresas demoram em torno de 5 anos pra ter sua cultura modificada, quando diminuem os casos de corrupção. Aqui já estamos com dois anos com os programa implementado, e ele vai gerando efeitos que vão se acumulando ao passar do tempo e os resultados mais significativos vão aparecer com  tempo, mas agora o próprio programa já tem indicativo de melhoria”, afirmou.

Para exemplificar, o ministro esclareceu que internamente o PMSI visa identificar se um servidor está utilizando a máquina pública para enriquecer,  nepotismo, identificação de irregularidade, como pagamento de beneficio social para quem não precisa.

Segundo o secretário de Infraestrutura do Estado, Eduardo Riedel, o trabalho seguindo esse modelo do programa começou em 2015. “Fizemos buscando para Mato Grosso do Sul uma condição diferenciada em relação aos nosso sistemas de corregedoria, auditoria, ouvidoria e controle interno, que culminou em 2017, com o nosso Estado sendo o primeiro do Brasil em transparência, de último lugar para o primeiro”, concluiu.

Nesta fase está sendo lançado o Programa de Integridade Municipal (PIM), a Controladoria-Geral do Estado e o Tribunal de Contas do Estado capacitarão agentes públicos municipais, para que esses possam implementar programas de integridade em seus municípios, respeitando as peculiaridades locais. 

A primeira etapa é a de mobilização, as inscrições poderão ser feitas a partir de hoje até o dia 30 de novembro. Segunda etapa é capacitação, com início das inscrições dia 25 de dezembro até 14 de janeiro, através do email: pim@cge.ms.gov.br