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Reinaldo entrega documentos para acelerar licença ambiental da Nova Ferroeste
A Nova Ferroeste será um investimento privado, ligando Maracaju a cidade paranaense de Cascavel
Os governadores de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, e do Paraná, Ratinho Junior, entregaram em Brasília, o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e também do Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) no Ibama para o projeto da Nova Ferroeste.
Os documentos foram recebidos pelo presidente do Ibama, Eduardo Bim, e os governadores pediram celeridade na liberação da licença ambiental prévia do empreendimento. A expectativa é de que o projeto vá a leilão na Bolsa de Valores no segundo trimestre de 2022.
Com o estudo o e relatório de impacto em mãos, o órgão ambiental pode aprovar uma licença prévia antes do leilão da Nova Ferroeste, dando mais segurança jurídica e fazendo com que o projeto atraia mais investidores.
“Passando por oito municípios sul-mato-grossenses, o projeto da Nova Ferroeste é estratégico para nós sob o ponto de vista da logística e também da competitividade. No futuro, com a viabilização da ferrovia, o nosso Estado vai diminuir a exportação de commodities e ampliar a exportação principalmente de proteína animal”, destacou Reinaldo Azambuja.
A Nova Ferroeste será um investimento privado, com extensão total de 1.304 quilômetros, ligando a cidade paranaense de Cascavel a Maracaju. Os trilhos da nova malha ferroviária vão entrar em Mato Grosso do Sul pelo município de Mundo Novo e seguirão pelo Estado passando por Eldorado, Iguatemi, Amambai, Caarapó, Dourados e Itaporã, até chegarem a Maracaju.
Membros da bancada federal dos dois estados no Congresso Federal também participaram da reunião de entrega dos documentos. Pelo Mato Grosso do Sul estiveram o senador Nelsinho Trad e os deputados federais Beto Pereira, Bia Cavassa, Dagoberto Nogueira e Vander Loubet. O secretário Jaime Verruck, da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente), Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), também integrou a reunião.
“Destacamos a construção conjunta desse estudo. O Ibama ao longo da formulação esteve conosco em Mato Grosso do Sul e também no Paraná fazendo avaliação dos pontos críticos. É importante trazer o Ibama projeto que eles já têm conhecimento dos principais pontos de impacto ambiental da nova ferrovia”, explicou Jaime Verruck.