Geral
Comissão da Assembleia Legislativa é criada para acompanhar reforma do Morenão
Uma das etapas da obra já foi concluída, enquanto outra não tem previsão de solução
Depois de uma audiência pública realizada em fevereiro deste ano, onde Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) anunciou a comissão para acompanhar a reforma do Estádio Morenão, o grupo foi instituído pelo Ato 70/2024, publicado pela Mesa Diretora ontem (21), do Diário Oficial do Poder Legislativo.
A comissão foi requerida pelo deputado Pedrossian Neto (PSD) e, além dele, fazem parte do grupo os deputados Roberto Hashioka (União) e Professor Rinaldo Modesto (Podemos). “Diante das informações divulgadas em Audiência Pública e como encaminhamentos dos trabalhos, mostra-se importante a criação de Comissão Temporária”, afirmou Pedrossian Neto na justificativa do requerimento.
Com o investimento de R$ 9,5 milhões, o termo para reforma do Morenão foi assinado em 19 de outubro de 2021 entre o então governador Reinaldo Azambuja e o reitor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Marcelo Turine. As obras tiveram início no primeiro semestre de 2022, mas sem previsão de conclusão no momento. A responsabilidade dos trabalhos é da Fundação de Apoio à Pesquisa, ao Ensino e à Cultura (Fapec).
Durante a audiência que discutiu o andamento da reforma em fevereiro, a transferência da titularidade do Estádio Universitário Pedro Pedrossian para o Governo de Mato Grosso do Sul foi o caminho apontado, assim como a possibilidade de concessão na modalidade parceria público-privada.
A comissão será responsável por “fiscalizar, monitorar e acompanhar a execução das obras de reforma do estádio”.
As obras abrangem duas etapas: infraestrutura; e banheiros e vestiários. As entregas seriam, respectivamente, até 12 meses após a contratação e em novembro de 2023.
Já foram concluídos os serviços que começaram pelo banheiro e vestiário. De acordo com a diretora-presidente da Fapec, Nilde Brum, essa etapa está sob análise da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) para entrega definitiva a UFMS. A outra fase, que está no processo de orçamentação, pode demorar mais um ano para ser finalizada, segundo estimou Nilde Brum.