Se deu início nesta quinta-feira (24) ao processo de despejo da água residual acumulada na Central Nuclear de Fukushima I, atingida por um tsunami em 2011 que causou o maior desastre nuclear depois do acidente de Chernobyl.
Segundo o Japão, a água não apresenta riscos à natureza, uma vez que foi tratada através de uma operação segura. A ação, no entanto, foi recebida com protestos no Japão e indignação da China.
Serão despejados o equivalente a mais de 500 piscinas olímpicas de água no Pacífico, um passo importante para garantir a segurança da usina, que atualmente ainda é radioativa.
A The Tokyo Electric Power Company (Tepco), operadora da central, havia anunciado que as bombas seriam ligadas às 13h locais.
Todo o processo será fiscalizado por funcionários da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), órgão ligado à Organização das Nações Unidas (ONU), além de contar com monitoramento de amostras da água do mar e vida marinha do local por parte de operadores da Tepco.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Vídeo racista contra casal Obama é apagado pela Casa Branca e funcionário é demitido

Casa Branca remove vídeo de Trump que mostra casal Obama como macacos

Trump posta vídeo racista com casal Obama como macacos; assista

Passagem de Rafah volta a funcionar com restrições na fronteira de Gaza

Espanha vai proibir acesso às redes sociais para menores de 16 anos

Fachin defende criação de rede internacional de tribunais em defesa da democracia

"Mãe de todos os acordos" aproxima União Europeia e Índia

Avião com 15 pessoas a bordo desaparece na Colômbia

Pesquisa aponta que mulheres preferem homens com pênis maiores






