Uma mulher, de 37 anos, foi rendida, sequestrada e assaltada, na noite desta segunda-feira, (7), na porta da igreja, por dois homens armados em Campo Grande. Ela foi ameaçada e obrigada a sacar dinheiro, e depois foii abandonada na rodovia. Os bandidos levaram R$ 1 mil, o veículo e o celular da vítima, um deles ainda disse que estava cometendo o crime para sustentar os filhos.

O crime ocorreu por volta das 19h10 quando a mulher foi estacionar o carro na Rua Calógeras, no Centro, em frente à Catedral Nossa Senhora da Abadia e Santo Antônio, quando foi surpreendida pela dupla, que teriam empurrado ela de volta para dentro do veículo. Em depoimento à vítima relatou que um dos criminosos ficou com ela no banco de trás do veículo, simulando estar armado e fazendo ameaças, dizendo que a mataria se ela reagisse.

O bandido teria perguntado se a mulher poderia ajudá-lo com R$ 1,7 mil, pois ele precisava sustentar os filhos. A vítima falou que tinha o dinheiro no banco, então eles foram até uma farmácia no bairro Tiradentes para sacar o dinheiro em um caixa eletrônico. Para não levantar suspeitas, um dos bandidos abraçou a vítima, simulando que eles eram um casal. A mulher sacou R$ 1 mil e os três seguiram para BR-262, na saída de Três Lagoas.

A mulher foi deixada na rodovia, mas antes de irem embora um dos bandidos acabou devolvendo a chave da casa dala, pediu desculpas e avisou que deixariam o carro estacionado em um mercado na rua Rui Barbosa. Sem celular, que foi levado pelos bandidos, a vítima andou cerca de 20 minutos até chegar ao pátio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), onde conseguiu pedir ajuda.

Ela descreveu  um dos bandidos sendo branco, magro, barba por fazer, cabelos castanhos claros e curtos, idade máxima de 23 anos, e estava com camisa do tipo pólo e calça jeans, Já o homem que ficou como motorista era negro, magro, estatura mediana, sem barba, usava calça e camiseta, idade também em torno de 23 anos.

O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Cepol, onde o caso foi registrado como roubo majorado pela restrição de liberdade da vítima. A polícia investiga o caso.