A Guarda Civil Metropolitana (GCM) de Campo Grande vai receber 20 novas viaturas para renovar parte da frota utilizada no patrulhamento da cidade. Os veículos estão previstos para serem entregues em outubro de 2026 e vão substituir unidades que estão em operação há cerca de seis anos, com uso contínuo em regime de 24 horas por dia, sete dias por semana.

A renovação faz parte de um novo modelo adotado pela Prefeitura para modernizar os veículos utilizados pelas equipes de segurança. A contratação foi oficializada por meio do Extrato do Contrato nº 155/2026, publicado no Diogrande, referente à locação de viaturas VS-2 para a Secretaria Especial de Segurança e Defesa Social (Sesdes).

Atualmente, a GCM conta com 27 viaturas Renault Duster em operação. Segundo a Sesdes, o desgaste provocado pelo uso intenso motivou a substituição de 20 veículos nesta primeira etapa da renovação da frota.

Pelo contrato de locação, com duração prevista de 30 meses, o município terá um custo de R$ 3.743.784, valor que inclui manutenção preventiva e corretiva dos veículos. Caso optasse pela compra das viaturas, o investimento estimado seria de R$ 4,58 milhões.

O modelo prevê ainda a substituição programada dos veículos. Conforme as viaturas se aproximarem de 24 meses de uso, novos veículos deverão ser incorporados, reduzindo o tempo de parada para manutenção e mantendo a frota atualizada.

As novas unidades serão distribuídas entre as regiões Segredo, Prosa, Bandeira, Imbirussu, Centro, Anhanduizinho e Lagoa, além de setores especializados como Fiscalização de Trânsito, Patrulha Ambiental, Patrulha Maria da Penha, Controle de Material Bélico e Gerência Especializada de Pronta Intervenção.

Os veículos serão adaptados para atender às necessidades da Guarda Civil Metropolitana, com sinalização acústica e visual e compartimento para transporte de custodiados.

As viaturas substituídas serão encaminhadas para leilão, segundo a Sesdes. A avaliação do órgão é de que o desgaste acumulado após anos de uso contínuo torna inviável manter os veículos em operação diante dos custos de manutenção e da redução da eficiência.