Política
Fiscais tributários participam de seminário de participação política
O 2º Seminário de Participação Política foi realizado na última sexta-feira (9) pelo Sindicato dos Fiscais Tributários de Mato Grosso do Sul (Sindifiscal/ MS) no Palácio Popular da Cultura. A iniciativa visa a conscientizar a categoria a respeito da necessidade de se buscar, nas eleições, representatividade política em todos os níveis da administração pública: municipal, estadual e federal.
De acordo com o presidente do sindicato, Marco Aurélio Cavalheiro Garcia, o objetivo do encontro é o de fomentar nas bases sindicais potenciais candidatos a cargos eletivos, mas sem abrir mão da possibilidade de os fiscais tributários e agentes fazendários apoiarem candidaturas externas, desde que haja convergência de pensamento e de ideias que se identifiquem com os princípios da categoria.
“Temos que nos conscientizar da importância de investirmos na melhoria de nossa representatividade política, objetivando a eleição de pessoas realmente compromissadas as questões corporativas e também com as de interesse geral da sociedade, pois somos, acima de tudo, cidadãos que trabalham por um Estado e um País melhor”, destacou Marco Aurélio.
O deputado Amarildo Cruz, também fiscal tributário, participou do evento e lembrou que o fato de estar hoje exercendo mandato eletivo é fruto das lutas sindicais das quais ao longo dos anos participou como dirigente sindical. “Todos os segmentos buscam representatividade política e conosco não deve ser diferente. Temos que nos organizar nesse sentido”, pontuou.
A palestra principal nessa segunda edição do Seminário de Participação Política foi proferida por Rogério Macanhão, ex-presidente da Fenafisco e hoje suplente na diretoria da entidade. Ele discorreu sobre o trabalho desenvolvido pela federação e sindicatos filiados junto aos parlamentares em Brasília objetivando barrar a reforma da Previdência.
“É evidente que não fomos apenas nós, enquanto categoria, que demonstramos aos deputados e senadores o absurdo de se promover a reforma nos moldes propostos pelo governo. Mas se não tivéssemos representação política no Congresso e a mobilização, nosso trabalho seria muito mais difícil e talvez até infrutífero”, ressaltou.
Ao final da palestra os fiscais tributários e agentes fazendários participaram de debate mediado por Rogério Macanhão.
