Política
Plano de Riedel prevê reabertura do Morenão e ampliação de incentivos ao esporte e à cultura
Candidato à reeleição também propõe fortalecer Bolsa Atleta e Bolsa Técnico, modernizar o MARCO e ampliar ações culturais no interior
Depois de apresentar as propostas para infraestrutura, segurança, saúde e educação, a série sobre os planos de governo dos candidatos ao Governo de Mato Grosso do Sul aborda agora as áreas de esporte e cultura. Candidato à reeleição, Eduardo Riedel coloca entre as propostas a retomada do Morenão, ampliação de programas para atletas e técnicos e investimentos em patrimônio, economia criativa e acesso à cultura. Nos próximos dias, serão apresentadas as propostas dos demais candidatos.
Na área esportiva, um dos pontos do plano é viabilizar o pleno funcionamento do Estádio Universitário Pedro Pedrossian, o Morenão, por gestão própria ou parceria. O documento também prevê manter os programas Bolsa Atleta e Bolsa Técnico e ampliar modalidades de incentivo, como as bolsas pré-paralímpica e pré-surdolímpica.
A proposta inclui apoio à participação de atletas olímpicos, paralímpicos e surdolímpicos nas Olimpíadas e a criação de uma política estadual para identificar, formar e acompanhar novos talentos. A intenção é aproximar o esporte escolar, universitário e de alto rendimento.
O plano também prevê ampliar atividades esportivas nas diferentes regiões do Estado e implantar núcleos comunitários, principalmente em áreas de maior vulnerabilidade social. Pessoas com deficiência, idosos, indígenas e outros grupos também aparecem entre os públicos que deverão ter maior participação nas políticas esportivas.
Outra aposta é ampliar eventos esportivos como forma de movimentar o turismo e a economia, além de oferecer capacitação para gestores e profissionais do setor.
Cultura
Na cultura, o plano destaca a restauração e modernização do Museu de Arte Contemporânea de Mato Grosso do Sul (MARCO). A proposta é ainda ampliar o acesso às atividades culturais no interior e fortalecer a preservação do patrimônio histórico, cultural e imaterial.
Riedel também propõe expandir os incentivos à economia criativa e aproximar cultura, turismo e desenvolvimento regional. Artesanato, cooperativismo e empreendimentos culturais comunitários estão entre as atividades que deverão receber atenção.
O documento prevê ainda programas voltados às culturas indígenas e comunidades tradicionais e aponta a cultura como ferramenta de inclusão, geração de renda e desenvolvimento das comunidades. A proposta é integrar essas ações a outras políticas públicas, ampliando o alcance das iniciativas culturais no Estado.