A varíola dos macacos (Monkeypox) se tornou preocupação global neste ano, com 2.103 casos registrados da doença no mundo até o dia 15 deste mês, com oito já confirmados pelo Ministério da Saúde no Brasil.

No entanto, a Secretária de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul informou ao JD1 Notícias “que está acompanhando os casos junto ao Ministério da Saúde”, e pontua que o caso suspeito em Corumbá foi descartado.

Mesmo com o caso descartado, a secretaria aponta que “a probabilidade de propagação do vírus por contato próximo, por exemplo, durante atividades sexuais, é considerada alta”, e “recomenda o uso de máscaras e as demais medidas de biossegurança”.

“Mesmo com o caso de Mato Grosso do Sul descartado, ainda foram dadas recomendações aos profissionais da saúde, com objetivo de minimizar exposição à doença. Os profissionais de saúde devem atender os casos suspeitos ou confirmados para monkeypox com precauções padrão de contato e de gotícula, isso inclui: higienização das mãos, uso de óculos, máscara cirúrgica, gorro e luvas descartáveis e se possível, quarto privado, caso não seja possível, respeitar a distância mínima entre dois leitos de um metro”, orienta a SES. “As precauções devem ser aplicadas a todos os estabelecimentos de saúde, incluindo serviços de pacientes ambulatoriais e hospitalares”, complementa.

Em caso de suspeita de Monkeypox, ou apresente início súbito de febre, adenomegalia, que é o aumento dos linfonodos do pescoço, e erupção cutânea aguda, um médico deve ser procurado.